O projeto PME FIRST

O projeto PME FIRST centra-se na inclusão financeira das PME, promovendo a adoção responsável e transparente de práticas ESG (Ambiental, Social e Governança) – e reforçando o papel da sustentabilidade — nas suas vertentes ambiental e social — e da governança no acesso ao financiamento.

As práticas ESG deixaram de ser uma mera tendência para se tornarem uma necessidade real: as PME portuguesas que pretendam manter-se competitivas a nível global e assegurar o acesso a financiamento não podem ignorá-las.

Ainda assim, os dados revelam um desequilíbrio preocupante. Se a dimensão ambiental tem vindo a ganhar atenção — impulsionada por exigências legais, normativas, de mercado e dos consumidores —, as dimensões social e de governança continuam a ser subvalorizadas. Este foco desproporcional pode comprometer a competitividade das PME e dificultar o acesso a financiamento. Torna-se, por isso, essencial que as empresas desenvolvam estratégias que permitam medir e reportar o seu desempenho de forma equilibrada nos três pilares ESG.

Objetivos

O projeto PME First tem como principal objetivo sensibilizar as PME para a adoção de práticas sustentáveis e de métricas ESG, que permitam a progressão na cadeia de valor e o acesso a financiamento.

Estruturado em três eixos — informação, capacitação e partilha de boas práticas — o PME FIRST pretende dotar as PME de ferramentas concretas para integrarem a sustentabilidade nos seus modelos de negócio.

O projeto prevê a realização de ações de sensibilização, workshops, encontros empresariais, disseminação de boas-práticas e o lançamento de uma plataforma digital de apoio às empresas. Está ainda contemplado o desenvolvimento de um estudo que irá identificar as principais barreiras à adoção de práticas ESG e analisar o seu impacto no acesso ao crédito.

Com financiamento do programa COMPETE2030, no âmbito do Portugal 2030 e da União Europeia, o PME FIRST assume-se como uma iniciativa de natureza coletiva e multissetorial, orientada para promover a qualificação do tecido empresarial e reforçar a competitividade das PME, especialmente as da Regiões Norte e Centro, num contexto económico cada vez mais exigente em matéria de sustentabilidade.

Sustentabilidade

Enquanto ferramenta para alcançar o equilíbrio de longo prazo entre a proteção ambiental, a equidade social e a estabilidade económica para a sociedade no seu conjunto.

Responsabilidade Social Empresarial

Diz respeito à cultura e aos valores de uma empresa — as ações voluntárias que as organizações adotam para retribuir à sociedade, ir além do lucro e demonstrar responsabilidade para com as pessoas e o ambiente.

ESG (Ambiental, Social e Governança)

Trata da camada mais estruturada e orientada para os investidores. O ESG traduz a sustentabilidade em indicadores mensuráveis — dados, desempenho, processos de governança, avaliações de risco e divulgações de informação. É a forma como as organizações demonstram o seu desempenho, gerem riscos e atraem capital.

ESG - Environmental, Social and Governance

O projeto PME FIRST pretende promover a inclusão financeira das PME através da adoção responsável e transparente de indicadores ESG – Environmental, Social and Governance.

Os Três Pilares ESG no Financiamento Sustentável

Inclusão Financeira

AÇÕES

Sensibilização, capacitação, realização de estudo, implementação de plataforma digital.

DESTINATÁRIOS

Pequenas e muito pequenas empresas

REGIÕES ABRANGIDAS

Norte e Centro
de Portugal

A operação PME FIRST abrange as regiões Norte e Centro, reforçando o tecido empresarial e contribuindo para o desenvolvimento económico e sustentável do território.

CONCEITOS-CHAVE DO PROJETO

Integração

Responsabilidade social, métricas ESG e sustentabilidade.

Estratégia

Objetivos ESG ligados
ao plano de negócio.

Medição

Indicadores consistentes
e comparáveis.

Governança interna

Responsabilidades, políticas
e prestação de contas.

Dimensões ESG

Combinação plena de E, S e G nas operações.

Ambiental (E)

Energia, emissões, resíduos, recursos.

Social (S)

Pessoas, segurança, comunidade, cadeia de fornecimento.

Governação (G)

Ética, riscos, conformidade, transparência.

Acesso a Financiamento

Implicações e condicionantes dos padrões ESG para PME.

Condições

Custo do capital e prazos influenciados por risco ESG.

Elegibilidade

Exigência de evidências
(dados, políticas, auditorias).

Contratos

Metas/relato ESG
como requisitos.

Fundação AEP

A Fundação AEP propõe-se desenvolver a sua ação em Portugal e no estrangeiro e tem por missão a “realização, apoio e patrocínio de ações de carácter técnico, promocional, cultural, científico, educativo e formativo que contribuam para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área empresarial” e “a difusão de conhecimentos na área das ciências empresariais, em ordem a apoiar a comunidade, as empresas e os empresários, na resposta aos desafios da sociedade contemporânea”.

As práticas ESG deixaram de ser uma mera tendência para se tornarem uma necessidade real: as PME portuguesas que pretendam manter-se competitivas a nível global e assegurar o acesso a financiamento não podem ignorá-las.

Ainda assim, os dados revelam um desequilíbrio preocupante. Se a dimensão ambiental tem vindo a ganhar atenção — impulsionada por exigências legais, normativas, de mercado e dos consumidores —, as dimensões social e de governança continuam a ser subvalorizadas. Este foco desproporcional pode comprometer a competitividade das PME e dificultar o acesso a financiamento. Torna-se, por isso, essencial que as empresas desenvolvam estratégias que permitam medir e reportar o seu desempenho de forma equilibrada nos três pilares ESG.

A sua atuação, enquanto instituição, tem os seguintes objetivos:

Valorizar e divulgar o conhecimento, através da realização de estudos, trabalhos de investigação, com incidência na área empresarial, e criar na sociedade um pensamento informado sobre os assuntos empresariais;​

Apresentar propostas de medidas, procedimentos e normas, às instâncias e entidades oficiais competentes, que visem, com a sua eventual adoção, a modernização da economia portuguesa, o aumento dos níveis de investimento e exportação e o desenvolvimento económico e social;​

Promover a melhoria de competências para o mercado de trabalho, junto de públicos jovens, nomeadamente, facilitando o acesso à formação, através de bolsas de estudo e estágios profissionais;

Tomar a Responsabilidade Social como um tema de interesse transversal às atividades da Fundação;​

Criar uma identidade cultural, organizando eventos e atividades empresariais e culturais, tais como seminários, colóquios, jornadas, exposições de arte, edição de textos, lançamentos e apresentações de obras literárias, jantares de debate;​

Auscultar as necessidades dos empresários, no que respeite à modernização e internacionalização das empresas.

Considerando o papel de elevada relevância social da Fundação AEP e manifestando-se este através de ações que promovem eficazmente o desenvolvimento do empreendedorismo, que fomentam o conhecimento na área das ciências empresariais e que contribuem para o desenvolvimento das competências empresariais, a Fundação AEP é reconhecida como Instituição de Utilidade Pública, através de declaração da Presidência do Conselho de Ministros.

Os principais desígnios da Fundação são:

A realização, apoio e patrocínio de ações de carácter técnico, promocional, cultural, científico, educativo e formativo, que contribuam para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área da comunidade empresarial;

A difusão de conhecimentos na área das ciências empresariais, em ordem a apoiar a comunidade, as empresas e os empresários, na resposta aos desafios da sociedade contemporânea.

A realização, apoio e patrocínio de ações de carácter técnico, promocional, cultural, científico, educativo e formativo, que contribuam para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área da comunidade empresarial;

A realização, apoio e patrocínio de ações de carácter técnico, promocional, cultural, científico, educativo e formativo, que contribuam para o desenvolvimento do empreendedorismo e para a modernização e melhoria de condições na área da comunidade empresarial;

As suas principais competências são:

Organizar os serviços administrativos, técnicos e de apoio, estabelecendo os respetivos regulamentos internos;

Criar e manter em funcionamento institutos, gabinetes de estudo, centros de documentação e grupos de trabalho;

Promover ações de apoio e desenvolvimento de projetos de carácter formativo, educacional e de investigação, fomentar a realização de estudos, trabalhos de investigação, cursos, seminários, conferências e colóquios, e propor às instâncias e entidades oficiais competentes, a adoção de medidas, procedimentos e normas que visem a modernização da economia portuguesa, o aumento dos níveis de investimento e exportação e o desenvolvimento económico e social;

Instituir prémios e conceder bolsas de estudo.